sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O sustento do poeta

Na profundidade do meu ser
Encontrei, enquanto lá passeava,
Algo estupidamente fascinante,
O sol brilhante e a lua reluzente.

Pensei que confundi o céu
Com o intimo do meu ser,
Mas quando voltei à realidade
Era ascendente esta viajem.

Achei que o sol poderia ser
A fonte da minha inspiração
E a lua a minha poesia,
O reflexo da minha alma.

Que belo é pensar em minha alma
Como o reflexo de algo tão gigante,
De algo que me dá vida,
A minha própria sobrevivência.

Ah, como é bom ser Rei,
Ser Rei de um mundo tão diverso,
Deste mundo tão belo
Que é a minha imaginação.

Esta força que me consome
A alma e não me deixa descansar.
As noites passadas em branco
Por não deixar de pensar.

Mas são produtivas as noites
Passadas assim,
Pois, hoje sou quem sou,
Um Poeta de mim.

Águia Branca

Sem comentários:

Enviar um comentário